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sexta-feira, 1 de junho de 2012



PROFISSÃO GLORIOSA

Durante muito tempo o Dia Nacional da Imprensa foi comemorado em 10 de Setembro. Mas a partir de 1999, a data mudou para 1º de Junho.
A história dessa mudança é lembrada neste artigo do jornalista Manoel Leão, que aproveitamos para homenagear todos os que fazem a imprensa maranhense.
“No dia 1º de junho, por determinação da lei nº 9.8831 de 1999, foi comemorado o Dia Nacional da Imprensa, que antes era comemorado no dia 10 de Setembro, dia que começou a circular a “Gazeta do Rio de Janeiro”. Agora é a data em que foi lançado o Jornal “Correio Braziliense”, em Londres.
A mudança da data tem um simbolismo importante, que nós, os principais interessados, deixamos de atentar:
O dia 10 de Setembro é a data da instalação do primeiro Jornal no Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, Jornal oficial (atente para isso: Jornal oficial), da Corte, com a obrigação de bajular, aplaudir e defender o governo instalado no Brasil.
Todos os outros jornais ou livros eram proibidos de circular, pois o Império temia a circulação das ideias correntes na Europa àquela época: Liberdade, Igualdade, Fraternidade.
Ora, matar ideias é uma tarefa, como dizia o poeta,  tão inglória como tentar deter as  manhãs: Três meses antes do lançamento da Gazeta circulava no Rio de Janeiro clandestinamente o Correio Braziliense, produzido pelo jornalista gaúcho Hipólito José da Costa.
Claro, há críticas à troca politicamente correta:  A mudança, sugerida pela Associação Riograndense de Imprensa (gaúcha), foi patrocinada por um projeto do deputado Nelson Marchezan e sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em cerimônia com a presença do presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Paulo Cabral, diretor do atual Correio Braziliense ressuscitado em Brasília, em 1960, por Assis Chateaubriand. Seria a troca de um “Jornal do governo por um jornal vendido ao governo”.
Sem entrar nessa discussão, este artigo é apenas para transmitir aos pares e colegas a solidariedade e apoio a esta inglória e gloriosa profissão”.



quarta-feira, 30 de maio de 2012



BREVE HISTÓRICO

Moda, s. f. (do latim “modus”, maneira, modo). A moda é compromisso de duas tendências – aquela de nos igualarmos aos nossos semelhantes e a de afirmar a nossa individualidade. É, mas essa luta de tendências vem de longe. Em tempos muito idos já Etienne Pavillon, em seus “Conselhos a uma jovem “demoiselle”, disse: La Mode est um tyran dont rien ne nous délivre”.

Mas vamos a ela. Para os estudiosos, adornar e vestir é a mesma coisa. E para a maioria, a necessidade de se cobrir o corpo é uma arte em que, no adornar e no vestir existe uma grande diferença.

Contemporâneo
No início





















Bem, deixando pra lá a já comentadíssima folha de parreira, bem que as mulheres de tempos bem passados usaram um bocado de imaginação para inventar – porque só podem ter sido elas – as primeiras tatuagens. O que vem reforçar nosso palpite de que a arte de adornar o corpo precedeu o senso prático que deu origem ao uso de vestes para cobri-lo e protegê-lo contra os elementos da Natureza (a vida nas primitivas cavernas, a luta para sobreviver, não devia ser brincadeira!). Por conseguinte, levando avante essa ideia, preferimos concordar com Westermack: “O vestuário, quando não tem por fim resguardar do clima, deve sua origem, pelo menos na grande maioria dos casos, ao desejo de os homens e mulheres se tornarem mutuamente atraentes”.


Assim, enquanto os homens primitivos davam duro para suprir as necessidades da família, as mulheres mostravam suas habilidades, transformando peles de ovelha, cabras e outros bichos em roupas que, além de agasalhar, viessem acentuar, antes que ocultar, a diferença entre Elas e Eles (quem foi que disse que um corpo parcialmente coberto torna-se bem mais provocante do que o totalmente despido?). Não é fascinante imaginar se quanta luta, quanta dificuldade, quanta força de vontade, quanto espírito inventivo, era necessário ao homem, sem nenhum dos recuros que dispomos hoje, para sobreviver naquele tempo?


E, mesmo assim, os Museus estão cheios de adornos, em seus mais remotos estágios, descobertos por arqueólogos – manufaturados com conchas, pedras polidas e modeladas, ossos, dentes de animais, brincos, pulseiras, colares, enfeites para tornozelo e pernas, aneis, guirlandas, etc. Nisto, dizem, entrou também uma grande dose de superstição, pois a muitos dos objetos usados pelo homem primitivo eram atribuídas qualidades benéficas e protetoras, quando não de transmitir, a quem usasse, características do objeto de origem.

Mostra no Museu Nacional de Arte da Catalunha, em Barcelona, destaca joias produzidas por alguns dos mais conhecidos gênios da arte moderna.

A Exposição Jóias de Artista - do Modernismo à Vanguarda com 340 objetos, entre relógios, broches, pulseiras, medalhas e pingentes de valor incalculável, feitos por artistas como Salvador Dalí, Pablo Picasso, Auguste Rodin, George Braque, Marx Ernst e Man Ray, entre outros.


Assim, a superstição representou grande papel na história da joalheria, embora preferimos acreditar que sempre haja existido um admirável senso estético inato no homem, impelindo-o a procurar sempre uma maneira de sobressair, de se diferenciar dos outros.

quinta-feira, 24 de maio de 2012


 Salve Elas...Para nooooossa alegria

Todas as gerações foram e são marcadas pelo vestuário. Seja mais requintado ou moderno, tudo é fruto das mentes de grandes estilistas que marcaram época e das mãos de costureiras e alfaiates. Pessoas que descobriram no ofício mais do que uma forma de ganhar a vida. Transformar tecidos em arte. A parceria mais perfeita entre criador e costureira. O primeiro imagina, pensa, cria, risca e desenha. A segunda materializa, corta e costura o sonho do primeiro.


COSTUREIRA, isso mesmo.
Aquela que através de seu dom e suas mãos habilidosas transformam tecidos em roupas, vestindo a todos indistintamente. E cá entre nós, por mais que tenham milhares de opções de lojas, marcas, tem sempre aquela roupinha que preferimos que a nossa querida costureira faça. Tem mais personalidade e individualidade. Sem falar naquele reparo que precisamos, seja um ajuste, ou soltar um pouquinho, ou aquela barra da calça, enfim, é ela que dá um jeitinho em tudo.
SEM A COSTUREIRA A MODA NÃO TERIA SENTIDO, afinal sem as roupas as modelos não seriam famosas, não é mesmo?


Para valorizar essas artistas,guerreiras e talentosas mulheres. Encontrei esse versinho, adorei, mas não sei quem é o autor, se alguém souber, avisa.

25 de Maio- Dia da Costureira.













Na gigantesca pátria brasileira hoje é o dia da Costureira.
Seja amadora ou profissional, salve essa data nacional.
Ela tem cuidado do corte, valoriza o nosso porte.
Sabe valorizar a postura, dando qualidade à costura.
No trabalho presta sentido, medindo certo o tecido, com atenção em toda parte.
Dela não faço censura, pois sei que a sua costura é uma bela obra de arte...
FELIZ dia da COSTUREIRA a todas que costuram 
e a todas que amam COSTURAR.