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segunda-feira, 14 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
...que o
cabeleireiro e maquiador Carlos César viaja para a Europa neste fim de semana.
O proprietário do salão República do Cabelo vai para a Inglaterra participar de
um curso intensivo na área de colorimetria
e cortes na Hob London Academy, uma das melhores escolas profissionalizantes do
mundo. Além de garimpar novidades para o seu Salão em São Luís, Carlos César
aproveita para dar uma esticadinha até Paris. Lá ele fará um curso de maquiagem
na sede da M.A.C - Make-up Art Cosmetics, marca de maquiagem
preferida dos artistas dos pincéis e de 10 entre 10 Estrelas do planeta.
Carlos
César aparece ao lado do diretor artístico da marca Paul Mitchell, Takashi
Kitamura em sua passagem pela Hair Brasil, evento que aconteceu recentemente,
em São Paulo.
Novamente
o cabeleireiro posando ao lado do diretor artístico da Marca L’ANZA, Matt Swinney.
- às Mães que apesar das canseiras, dores e
trabalhos, sorriem felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu
redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os veem
“perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que
vivemos;
- às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que
contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a
valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem
que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos,
quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi
confiado;
- às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;
- às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;
- às Mães precocemente envelhecidas, gastas e
doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes
e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e
beijar...;
- às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;
- às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;
- também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são
Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos
que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo
e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e
sacrifício...
A todas as Mães, a todas sem exceção, um Abraço e um Beijo
cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos
felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça!
Fonte: APFN - Associação Portuguesa de
Famílias Numerosas
As mais
antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia
Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas
comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos,
e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do
nascimento de Cristo.
Durante o
século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da
Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães
inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe
de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de
folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que
o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” –
a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos
a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As
pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
Nos Estados
Unidos, a comemoração de um dia dedicado às Mães foi sugerida pela primeira vez
em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a
crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à P`az.
A maioria
das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia
partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua Mãe morreu, chamou a atenção
na Igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as Mães. Três
anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na Igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a
sra. Jarvis enviou para a Igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por
todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou
mais de 10.000 cravos para a Igreja de Grafton – encarnados para as Mães ainda
vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados
mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das Mães.
Segundo Anna
Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais
ativo sobre as nossas Mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de
todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer
felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da
Mãe.
Face à
aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a
pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o
intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às Mães o
justo estatuto de suporte da família e da nação.
A
campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em
praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou
oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia,
muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo
começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra
demonstrados por Anna Jarvis há 105 anos atrás.
Apesar de
ter passado um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o
mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia
muito especial.
E é o que
fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas
ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal,
até há alguns anos atrás, o dia da Mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas
atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de
Cristo
No Brasil
a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de
1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se
deu em 1921.
A
oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que
em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.
Em 1947, a
data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do
Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal
quinta-feira, 3 de maio de 2012
“Customização”, ou “Customization”
Para
acompanhar as tendências de moda, não basta comprar o que as vitrines os
estilistas oferecem a cada estação. Estar na moda exige também aprender a falar
palavras estrangeiras ou termos sofisticados. Quem não sabe pronunciar “Jeans”, “Tailleur” e Saint Laurent”? Quem não aprendeu rápido o significado
de estilo minimalista, japonismo, heroína
chic e outros? Parece que não basta apenas vestir a roupa ou calçar os
sapatos. É fundamental mergulhar nesses conceitos. Prepare-se para o “Customization”.
O estilo
minimalista faz de uma peça curinga que se transforma totalmente com a ajuda de
outras peças e acessórios.
Vestido Comme
des Garçons, 1987: pauperismo, preto, japonismo, revolução.
Impossível
falar sobre moda e elegância sem imediatamente lembrar de Audrey Hepburn. Atriz
e modelo que no início da carreira chegou a ser considerada uma garota alta,
ossuda e pés exageradamente grandes para se tornar uma estrela. Bobinhas!
ORIGEM
Os
primeiros estilistas a exercer a customização foram os japoneses da grife Comme des Garçons e Yohji Yamamoto
ao aterrissar, na década de 80, nas passarelas francesas com modelos de roupas
em frangalhos ou com montagens inusitadas do figurino ocidental. Era o “Pauperismo”,
que de pobre não tinha nada.
Nos
anos 90, os costureiros belgas foram fundo na pesquisa e deixaram os
acabamentos de cavas, decotes e barras cortadas a fio, sem o acabamento
tradicional. Em tecidos que não desfiam, em couro e até com os fiapos
pendurados do corte sem limpeza, a ideia sinalizava revolução nos costumes.
O
estilista inglês John Galliano, responsável pela criação da Casa Dior,
complementou o estilo ao remontar básicos como as jaquetas Perfecto, os Jeans e os uniformes militares em
sedutores roupas femininas. Jean-Paul Gautier e Yves Saint Laurent também não
ficaram atrás no estilo.
O
QUE É
A
inspiração vem da sequência final do filme Zabriskie Point, de Michelângelo
Antonioni, na qual uma cidade e um guarda-roupa luxuoso são destruídos,
simbolizando a sociedade de consumo.
COMO
ADOTAR
Retalhos
os Jeans em pontos estratégicos e uma
alternativa interessante. Deve cortar o cós fora, rasgar e segurar com
alfinetes ou broches. Acabe fazendo uma franja na bainha. Não bastasse isso,
recorte Jaquetas; recrie a Camiseta básica com cortes e novas formas; corte a
bainha das Calças puxando o fio; rasgue ou corte a parte de cima de Vestidos de
festas bordados para usá-los como Top e, por fim, use apenas a metade dos
conjuntos misturada com outros estilos. Aí está a customização que tanto
sucesso faz nos salões de todo o mundo, mas principalmente nos lugares da moda,
despojados.
Customizando na Casa do Criador... Chico Coimbra
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